quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Virada Esportiva 2010 é neste fim de semana

 
Virada Esportiva 2010 é neste fim de semana
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Neste fim de semana, dias 20 e 21 de novembro, a cidade de São Paulo receberá a Virada Esportiva 2010, quarta edição do evento com 36 horas de atividades esportivas ininterruptas em diversos pontos da cidade, com objetivo de incentivar a prática de esportes no município.

Criado em 2007, a Virada Esportiva segue o mesmo conceito da Virada Cultural e já faz parte do calendário anual de eventos da Cidade de São Paulo. Sendo uma oportunidade para os paulistanos e visitantes do município, conhecerem melhor algumas modalidades esportivas e, aproveitando, para conhecer os quatros cantos da Cidade de São Paulo.

O evento Virada Esportiva, promovido da Prefeitura Municipal da Cidade de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de  Esportes, Lazer e Recreação, em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris), consiste na realização de diversas atividades esportivas, recreativas, de lazer e cultura, no município, em locais públicos e privados, agregando o conceito de “Cidade Saudável”, dentro da proposta “São Paulo: a Capital Brasileira do Esporte”.

O Vale do Anhangabaú será o palco dos esportes radicais, como tirolesa, rapel, parede de alpinismo, surf mecânico, tobogão e simulador de asa delta, além dos jogos boêmios, como o truco e o dardo.

O público amante das duas rodas também terá seu espaço no Vale do Anhangabaú. Quem comparecer à Arena Duas Rodas poderá conhecer de perto os melhores pilotos do Motocross Free Style, ficar por dentro da modalidade Moto Trial e ainda conferir show de Moto Wheeling. As atrações de moto vão das 8 horas da manhã até as 17 horas no sábado e no domingo. Além da Arena Duas Rodas, os apaixonados por terra poderão conferir o Motocross na pista MX Park Motocross, na Rua Professor Hasegawa, 420, em Itaquera.

A Virada Esportiva 2010 é uma realização da Secretaria de Esportes da Prefeitura de São Paulo e os eventos são organizados pela Liga de Esportes Radicais. Todos os eventos são gratuitos e abertos à todas as idades.

Vulcan 900 garante conforto e autonomia


Vulcan 900 garante conforto e autonomia

Arthur Caldeira
Entre o vasto portfólio de motos custom da Kawasaki, a filial brasileira optou por trazer as três variantes da linha de 900cc: a VN 900 Classic, a Classic LT e a versão Custom. Como o nome denuncia a Classic aposta no estilo mais clássico, cheio de cromados. O modelo Classic LT ganha malas laterais e uma bolha aerodinâmica. Enquanto a Custom segue uma receita mais chopper, evidenciada pela roda dianteira de 21 polegadas, pneu mais estreito e garfo alongado. Comercializada apenas na cor preto fosco, a Vulcan Custom foi avaliada em pista fechada.
Em função de sua proposta, o piloto assume uma posição relaxada, “jogado” para trás nessa custom até no batismo. Para garantir o conforto, o guidão drag-bar elevado, que não apenas garante a beleza do conjunto, mas mostrou-se bastante confortável em conjunto com as pedaleiras avançadas. Ou seja, além de agradar-me mais visualmente, a VN 900 Custom é prazerosa de se pilotar.
Afinal, o que seria de uma custom se não fosse confortável para viajar? Pois a proposta estradeira dessa Kawasaki VN 900 Classic é reforçada ainda pelo seu generoso tanque de 20 litros de capacidade, um dos maiores do segmento – na Yamaha Midnight Star XVS 950 são 17 litros e na Honda Shadow 750, apenas 14,4.
Estilo
Toda pintada em preto fosco e com duas faixas longitudinais prateadas, a Vulcan VN 900 Custom é antes de tudo uma motocicleta bonita. Assim como outras do segmento tem aquele visual “bad boy” que tanto atrai os motociclistas.
As rodas são de liga leve – aro 21 na dianteira e 15 na traseira. Com um pneu estreito na frente e o garfo alongado faz bem o estilo chopper. O painel sobre o tanque completa o visual de moto custom. Apesar de completo, com luzes de advertência, velocímetro analógico e até um útil marcador de combustível, a visualização não é tão fácil, já que o motociclista é obrigado a desviar o olhar para ler as informações.
Motor liso e câmbio suave
Como não poderia ser diferente, a Vulcan 900 Custom é equipada com um motor de dois cilindros em “V” inclinados a 55° graus e 903 cm³ de capacidade. Apesar das aletas comuns em motores refrigerados a ar, o V2 da Vulcan tem refrigeração líquida. Com injeção eletrônica, comando simples no cabeçote, e oito válvulas (quatro por cilindro), produz 50 cavalos a 5.700 rpm. Não é um desempenho descomunal, mas razoável para as dimensões do propulsor. O destaque vai para o torque máximo de 8,0 kgf.m a 3.700 giros.
Entretanto, o ponto positivo desse motor é seu funcionamento bastante “liso”, sem muitos ruídos e trancos. Assim como o câmbio de cinco velocidades, que tem uma boa relação de marcha e proporciona engates suaves. A transmissão final segue a receita das Harley-Davidson: correia dentada.
Ciclística
Assim como na motorização, a Kawasaki Vulcan segue o tradicional na parte ciclística. Quadro berço duplo em aço, garfo telescópico, na dianteira, e uma suspensão monochoque, na traseira, para imitar as antigas “rabo-duro”. A diferença é que a Kawa dotou a conjunto de diversas regulagens atrás.
E mesmo sem ter ajustado a suspensão, percebi que nas curvas a sistema garantia que a traseira ficasse sempre colada ao chão sem muitas oscilações. Aqui vale destacar as pedaleiras avançadas e posicionadas um pouco mais altas que o normal, evitando que ralassem no chão a cada curva.
No quesito freios, fica o único senão. Com um disco simples de 300 mm de diâmetro na frente; e outro de 270 mm atrás; ambos com pinças de pistão duplo; em alguns momentos foram um pouco lentos para parar os 278 kg (em ordem de marcha) da VN 900. Um disco duplo ou uma pinça melhor na dianteira talvez resolvesse o problema.
Concorrentes    
Cotada a R$ 31.990 (sem frete e seguro), a Kawasaki Vulcan VN 900 Custom é mais cara que sua irmã Classic, vendida a R$ 29.990. E faz jus ao preço mais elevado. Tem acabamento diferenciado e uma posição de pilotagem que considero mais confortável. Detalhe: os modelos da linha já estão sendo montadas no Brasil.
A moto enfrenta de igual para igual também sua “adversária” japonesa da Yamaha, a Midnight Star 950, com preço a partir de R$ 31.265. Mas enquanto a Yamaha aposta no retro moderno e visual mais musculoso, a Vulcan Custom aposta no estilo chopper e no acabamento em preto fosco para disputar a preferência dos motociclistas.
Ficha Técnica:
Motor:  4 tempos, 2 cilindros em V, refrigeração líquida
Capacidade cúbica: 903 cm³
Potência máxima: 50 cv a 5.700 rpm
Torque máximo: 8,0 kgf.m a 3.700 rpm
Alimentação: Injeção eletrônica
Capacidade do tanque: 20 litros
Câmbio: cinco marchas
Transmissão final: Correia dentada
Suspensão dianteira: Garfo Telescópico convencional
Suspensão traseira: Balança monoamortecida com regulagem na précarga da mola
Freio dianteiro: Disco simples de 300 mm com pinça de dois pistões
Freio traseiro: Disco simples de 270 mm com pinça de dois pistões
Quadro: Berço duplo
Dimensões (C x L x A): 2.405 mm x 1.005 mm x 1.065 mm
Altura do assento: 685 mm
Altura mínima do solo: 140 mm
Entre-eixos: 1.650 mm
Peso seco: 278 kg (em ordem de marcha)
Cores : Preta
Preço público sugerido: R$ 31.990

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BMW K 1300 R


BMW K 1300 R



BMW K 1300 R a moto do ano 2009
Nos 35 anos da revistas DUAS RODAS, a naked alemã recebeu a maior pontuação entre as 31 motocicletas participantes. A BMW foi a grande vendedora da noite já que conquistou o título em três categorias e também o Moto do Ano

Premiação Moto do ano da Revista Duas Rodas
Na festa dos 35 anos da revista DUAS RODAS, que aconteceu no Pavilhão Anhembi (SP) em 8 de outubro, foram conhecidos os vencedores da 12ª Edição do Concurso “Moto do Ano”. Promovido pela publicação mais tradicional do segmento, a grande vitoriosa foi a BMW K 1300 R, que recebeu o troféu de “Moto do Ano 2009”. A naked da marca alemã somou 635 dos 660 pontos possíveis. Além de conquistar o prêmio máximo da noite e vencer também sua categoria, a BMW faturou o prêmio em outras duas categorias: Sport Touring (K 1300 S) e Trail (F 650 GS).
Na festa de premiação, Márcio Saldanha Marinho, diretor Comercial e de Marketing da revista DUAS RODAS, agradeceu o empenho de sua equipe e destacou a trajetória de sucesso da revista e, conseqüentemente, a importância do Concurso “Moto do Ano”.
Premiação Moto do ano da Revista Duas Rodas
“Este prêmio é o mais democrático do País, já que conta com a participação direta de nossos leitores. Depois dos modelos serem selecionados no site das DUAS RODAS, a responsabilidade passa para os jornalistas especializados convidados. Estes profissionais altamente qualificados são os fieis depositários de milhões de motociclistas espalhados por todo o Brasil”, conta Márcio Marinho, que também anunciou mais duas ferramentas para ampliar a atuação da revistas DUAS RODAS.
“Primeiro será a criação da revista eletrônica, com foco no conteúdo e no e-commerce. Além disso, nosso corpo editorial está preparando um livro, que literalmente retratará a evolução do setor de duas rodas por meio de fotografias publicadas desde a década de 70”, afirma o diretor da Sisal Editora.
Premiação Moto do ano da Revista Duas Rodas

Como funciona o concurso

O Concurso “Moto do Ano”, realizado anualmente pela revista DUAS RODAS, é um dos mais democráticos e respeitados do segmento de motocicletas do Brasil. Afinal, neste ano de 2009 chegou a sua 12ª edição reunindo 31motocicletas divididas em dez categorias. Neste ano concorrem novos modelos e também as motos que receberam importantes alterações mecânicas, eletrônicas ou design. As motocicletas são escolhidas pelos leitores no site da revista, e as três mais votadas em cada categoria vão para a segunda fase. Ou seja, os modelos passam por testes dinâmicos realizados no Campo de Provas Pirelli, em Sumaré, interior de São Paulo.
Nesta edição, o concurso reuniu dez jornalistas especializados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, juntamente com um leitor da revista (escolhido em concurso cultural durante a votação da primeira fase) tiveram a oportunidade de testar os 31 modelos de motos entre 100 e 1.300 cc finalistas nas dez categorias. Foram avaliaram diversos quesitos como, por exemplo, Estilo, Motor, Suspensão, Conforto, Freios e Maneabilidade. Ao final dos testes de cada categoria os jurados aplicavam notas de 5 a 10 para cada quesito.
Premiação Moto do ano da Revista Duas Rodas
R1 cromada

R1 Cromada
Para quem gosta de motos conceito, ai vai a R1 cromada. A nossa equipe achou muito bonita.
Se você está pensando em comprar uma assim, prepare o seu pano, pois as impressões digitais na lataria vão te deixar doido e também use o seu óculos escuro, pois o sol vai refletir na sua cara!